quarta-feira, 24 de março de 2010

Eu faço o que eu quero!






já não me habita mais nenhuma utopia.
animal em extinção,quero praticar poesia –
a menos culpada de todas as ocupações
Waly Salomão





eu até poderia dizer o quanto a saudade me devora
o quanto ela me leva aos pedaços

eu até que poderia me fingir fraca
e cair perene no chão esperneando por meu pedaço que falta
Eu bem que podia!

Mas, não quero.

quero fazer poemas sob a dor da saudade.





(créditos da imagem: http://blackandwhiteart.blogspot.com/)

7 comentários:

Cynthia Lopes disse...

Renata, que lindo.
bjs

Bernardo Guimarães disse...

bacana, seu poema. a lembrança de wally, foi perfeita.

Ludmila Rohr disse...

isso!!!

Seu "querer" é sua força!!!

Paulo Tamburro disse...

AS GORDAS?

E O ROMÂNTISMO, ONDE O ESCONDERAM?

O NOSSO BLOG

"COMO ERA FÁCIL FAZER SEXO""

CONVIDA VOCÊ PARA O

RENASCIMENTO DO AMOR ROMÂNTICO.


A CRÔNICA É : DA TROMPA DE EUSTÁQUIO À TROMPA DE FALÓPIO, OU SIMPLESMENTE BOLERO.

DEPOIS QUE VOCÊ PASSAR POR LÁ, DÊ UMA PASSADA NO MEU OUTRO BLOG,

"HUMOR EM TEXTO",

POIS, AS GORDAS GOSTOSAS (RS) MERECEM NOSSO CARINHO.

TUDO COM MUITO HUMOR, MAS,ABSOLUTAMENTE VERDADEIRO!!!

Mais tarde quando você sentir saudade do bolero, E DE TODO RANTISMO QUE IRÁ VER, acesse:

http://www.youtube.com/watch?v=yEvesEeFsTc&feature=related


UM ABRAÇÃO CARIOCA.

Chez POPI disse...

Nossa!
...amei.
Bjus
Paula

mAdReCiTa disse...

verdade....sofremos pelo outro para nós!

marcela (arlequinal) p. disse...

Mas, não é, o poeta, um fingidor?